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Uma casa sem livros é como um corpo sem alma., Cícero

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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

O sol sob o olhar do morto

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"O olho do morto reflete o fosso .. nessa manhã de louco ..todo mistério é pouco , esse sol forte é sinal da morte!!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Como disse um dia o poeta!

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Ouvi de um poeta - 
"Sou um cara sem saída! Mas não se iluda com essa minha vida honey baby . 
Quem fala que eu sou esquisito hermético ;
É porque não dou sopa estou sempre elétrico ;
Nada que se aproxima nada me é estranho Fulano sicrano beltrano ;
Seja pedra seja planta seja bicho seja humano.



As vezes acho que sou poeta ,  pretensioso profeta. 
Eu ligo a tomada abro a janela escancaro a porta;
 Experimento invento tudo , nunca jamais me iludo.
 Quero crer no que vem por aí - beco escuro;
Me iludo passado presente futuro urro Reviro balanço reviro na palma da mão o dado Futuro presente passado ;
Tudo sentir total É chave de ouro do meu jogo;
 É fósforo que acende o fogo da minha mais alta razão;
 E na seqüência de diferentes naipes  -Quem fala de mim tem paixão!
 Anjo exterminado , abatido ; 
Planejo te abandonar nos próximos minutos;
Depois esqueço seu endereço!"
...Mal secreto , distante discreto .. já sei chorar sozinho ... alma vermelha.. ponte no espelho!
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Magno janeiro de 2017

domingo, 8 de janeiro de 2017

E se… a água dos oceanos fosse doce?

Ana Paula Chinelli 
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 Um mar de água doce mexeria com todo o clima da Terra – e com nossa vida também. O planeta teria mais geleiras, poderia abrigar menos pessoas e nós seríamos mais deprimidos. A parte boa dessa coisa toda é que não faltaria água para beber e, talvez, o homem inventasse mais. As mudanças seriam tão grandes quanto o volume de sais que existe no mar: hoje, se os oceanos secassem, o planeta poderia ser coberto por uma camada de sal com 150 metros de espessura! A maior parte é sal de cozinha (cloreto de sódio). 

O resto são sais de enxofre, magnésio, cálcio e potássio, entre outros. O sal é um dos fatores que determinam a movimentação das correntes marítimas – os outros são a temperatura e os ventos. A água do mar com menos sal (menos densa) corre sobre a água com mais sal (mais densa). “Se toda a água fosse doce, provavelmente haveria menos movimentação nos oceanos”, afirma o oceanógrafo Belmiro de Castro Filho, da USP. E daí? 

O problema é que o Sol aquece a Terra principalmente pela região do Equador. São os ventos e as correntes marítimas que distribuem o calor para os pólos – e o frio para o Equador. A corrente do Golfo (quente), por exemplo, garante que a Inglaterra não seja um bloco de gelo. E a corrente do Peru (fria) permite a boa pesca no litoral do Chile. Com as correntes mais fracas, as zonas frias seriam mais frias e as quentes, mais quentes. Haveria também mais geleiras. 

“O clima geral da Terra ficaria mais frio e seco”, diz a pesquisadora Leila de Carvalho, do Instituto de Astronomia e Geofísica da USP. Isso porque o gelo reflete diretamente a radiação solar – e a Terra é aquecida pelos raios absorvidos pelo solo e pela água. Um consolo nisso tudo: a ecologista Gisela Shimizu, da USP, acha que o frio, por obrigar as pessoas a ficar em casa sem ter o que fazer, poderia estimulá-las a exercitar a criatividade. Quem sabe, vivendo num planeta mais gelado, o homem pensasse mais.
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JARDS MACALÉ

                       Por Maria Fernanda Moraes
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“Meu nome é Jards Macalé Anet da Silva... ou melhor... da Selva... ou pior... da Silva...” – é como o compositor se apresenta ao público numa vinheta de um dos seus mais conceituados discos, Aprender a Nadar, de 1974. 
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Ao completar 70 anos , o cantor reafirmou toda a subversão e reinvenção que o acompanham desde o início da carreira, em 1965, quando estreou como violonista no Grupo Opinião. 

Avesso a comemorações, pois, segundo ele, “já ultrapassou a barreira do tempo e do som”, Jards passa o mês de aniversário do jeito que gosta: fazendo shows com sua nova banda, formada por jovens músicos, e com várias participações especiais como Adriana Calcanhotto, Thaís Gulin e Ava Rocha. 
O SaraivaConteúdo resgatou 10 passagens importantes de Jards que podem explicar um pouco mais dessa importante figura da MPB para sua nova geração de fãs:
1 - Ele ficou conhecido como “maldito”

Chamado carinhosamente pelos amigos de Macao, Jards ganhou outra alcunha em 1969. Durante o IV Festival Internacional da Canção (FIC), no Rio de Janeiro, ele defendeu sua canção “Gotham City”. A música, que é uma paródia, um alerta em relação à ditadura militar da época, foi vaiada do início ao fim. Ele costuma dizer que "foi dormir bendito e acordou maldito”.
2 - É carioca da Tijuca e cresceu em Ipanema

Lá, jogava futebol na praia e ganhou o apelido de Macalé, uma analogia ao “pior jogador do Botafogo”. Estudou piano e orquestração com Guerra Peixe, violoncelo com Peter Dauelsberg, violão com Turíbio Santos e Jodacil Damasceno, e análise musical com Ester Scliar.
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