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Uma casa sem livros é como um corpo sem alma., Cícero

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quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Quando eu morrer-Augusto Frederico Schmidt(1906-1965)

Quando eu morrer o mundo continuará o mesmo, A doçura das tardes continuará a envolver as coisas todas. Como as envolve agora neste instante. 

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O vento fresco dobrará as árvores esguias e levantará as nuvens de poesia nas estradas… Quando eu morrer as águas claras dos rios rolarão ainda, Rolarão sempre, alvas de espuma Quando eu morrer as estrelas não cessarão de acender-se no lindo céu noturno, 
 E nos vergéis onde os pássaros cantam as frutas continuarão a ser doces e boas. Quando eu morrer os homens continuarão sempre os mesmos. 
E hão de esquecer-se do meu caminho silencioso entre eles, Quando eu morrer os prantos e as alegrias permanecerão Todas as ânsias e inquietudes do mundo não se modificarão. Quando eu morrer os prantos e as alegrias permanecerão. 
Todas as ânsias e inquietudes do mundo não se modificarão. 

Quando eu morrer a humanidade continuará a mesma. Porque nada sou, nada conto e nada tenho. Porque sou um grão de poeira perdido no infinito. Sinto porém, agora, que o mundo sou eu mesmo E que a sombra descerá por sobre o universo vazio de mim Quando eu morrer…” 

Quando eu morrer-Augusto Frederico Schmidt(1906-1965)

Pesquisa - Magno Moreira

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

FAB - Sentar a púa, arremeter de ferro em brasa e verrumar o bruto

Tenho muita afeição pela história da FAB durante a segunda guerra mundial operando nos céus da Itália

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A Segunda Guerra Mundial já acontecia na Europa quando o Presidente Getúlio Vargas sancionou, em 20 de janeiro de 1941, o decreto-lei nº 2.961, criando o Ministério da Aeronáutica. Joaquim Salgado Filho, designado primeiro Ministro da pasta, buscava, primeiramente, estruturar o setor aéreo no Brasil, aprimorando sistemas de controle do espaço aéreo e fundando aeródromos.
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Ainda em 1941, foi criada a Diretoria de Rotas com o objetivo de promover o desenvolvimento da infraestrutura e da segurança da navegação aérea. No entanto, ainda em seus primeiros passos - fundando escolas e aeródromos - a Força Aérea Brasileira (FAB) foi obrigada a ingressar em um teatro de operações extracontinental.
 
Nele, a Aviação de Caça brasileira teve seu batismo de fogo – e papel fundamental no cumprimento de missões em solo italiano.
 
A declaração de guerra do Brasil aos países do Eixo, em 22 de agosto de 1942, determinou uma mobilização geral. Em 18 de dezembro de 1943, foi criado o Primeiro Grupo de Aviação de Caça (1º GAVCA) e, em 20 de julho de 1944, a Primeira Esquadrilha de Ligação e Observação (1a ELO). Para comandar as unidades aéreas na Itália, foram designados, respectivamente, o Major Aviador Nero Moura e o Capitão Aviador João Affonso Fabrício Belloc. Ambos chegaram à Europa em outubro de 1944.
 
Assim, em três anos, o Brasil fundou uma Força Aérea, investiu em formação, infraestrutura e aumento do efetivo e, enfim, desembarcou em um cenário de guerra real. `Por fim, é oportuno aludir à explicação de Austregésilo de Athayde sobre a expressão Senta a púa,

``Arremete de ferro em brasa e verruma o bruto”. Então, brademos com ânimo o nosso triunfante grito de guerra: SENTA A PUA! Senta a Púa!``
 
                                                                           VÍDEO
 
Este artigo vai em homenagem a memória do herói de guerra brasileiro  Major Brigadeiro do Ar José Rebelo Meira de Vasconcelos


                                                            Resultado de imagem para jose meira de vasconcelos fab                                              Pesquisa - Magno Moreira em setembro de 2019


 

segunda-feira, 15 de julho de 2019

relendo 'as confissões' de Agostinho de Hipona

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Esse intrépido 'rato de sebos e bibliotecas 'dedicou todo início de inverno para ler filosofia critã, estou relendo atualmente, 'as confissões' de Agostinho de Hipona, o Santo Agostinho -
 
Confissões é o título de um livro autobiográfico escrito por Agostinho de Hipona, no qual relata a sua vida antes de se tornar cristão e sua conversão. Comentando sua própria obra, Agostinho diz que a palavra confissões, mais que confessar pecados, significa adorar a Deus.
 
É, portanto, um hino de louvor.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Flagra fotográfico - Sergio Gouvea e Paulo Tertulino

Um flagra fotográfico, Sergio Gouvea SPFC e Paulo Antonio Tertulino Santos FC, Paulo é um jornalista em Cianorte Paraná.Tertulino é natural de Valparaíso/SP(1956) , atua no jornalismo há mais de três décadas. Paulo atuou como jornalista em Naviraí/MS , Cascavel e Goierê/PR. 

Em Cianorte atuou também na Tribuna , Folha Regional e Opinião Popular. Atuou na literatura tendo quatro livros publicados - Guerra sem guerrilha , Reverso , Guaindê e Perfume lançado ao vento. 
Atua no jornalismo cianortense desde 1961. Tem na prosa seu ponto forte , com um texto, muito bem definido de qualidade “muitas das vezes” literária . Tem como ponto alto a importância da preservação do jornalismo responsável e ético. Notável apreciador de literatura universal , tendo como preferência Fiodor Mikhailovich Dostoievski uma das maiores personalidades da literatura russa.Torcedor do Santos FC e dono de um estilo catedrático Paulo já passou por todas as vertentes do jornalismo , desde o impresso à web.

O  Sergio é praticante de malha, Jogo da malha, Chinquilho ou Jogo do fito, um desporto em que se lançam discos de metal (ou pedras chatas, no caso do jogo do fito) em direção a um pino com a intenção de derrubá-lo e/ou deixar a malha (ou o fito) o mais próximo possível deste pino.  

Foto I - Sergio Gouvea e Paulo Antonio Tertulino

Foto II - três livros escritos por Tertulino, Reverso, Guerra sem Guerrilha e Guaindê

                                                                   Magno Moreira