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Uma casa sem livros é como um corpo sem alma., Cícero

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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

O Raul que me contaram do jornalista Tiago Bittencourt

Nunca li um livro tão rápido , 450 páginas de muita informação -
“O Raul que me contaram - A história do Maluco Beleza revisitada por um programa de TV” pode ser encarado como uma biografia ou como uma série de entrevistas, mas acima de tudo é um relato pessoal sobre encontros com personagens que resgatam a jornada do cantor Raul Seixas pela vida.

O livro traz na íntegra as conversas com Cláudio Roberto, Jerry Adriani, Marcelo Nova, Roberto Menescal, Marco Mazzola, Sylvio Passos, Jay Vaquer, Tânia Menna Barreto, Kika Seixas, Vivian Seixas, entre outros. Há também figuras pouco exploradas no universo raulseixista. O Dr. Luciano Stancka conta sobre o comportamento do seu paciente famoso e quando o encontrou morto na cama. A prima Heloisa Seixas relembra as “traquinagens” de Raul quando criança.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Prostituição do ensino superior no Brasil -Defendo a gratuídade do ensino superior no Brasil



Universidade (Foto: Ilustração: André Ducci)

"Quem defende o ensino superior particular usa do sofisma de que o ensino público é de qualidade duvidosa , quando o que ocorre é o inverso!"
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Estudei o terceiro grau em uma Universidade pública e sou veemente contra o ensino superior particular , me lembro que há alguns anos li um artigo sobre a má qualidade do ensino superior particular e a exploração dos estudantes que pagam por uma má educação , e esse artigo me chamou a atenção à respeito da vil comercialização do ensino superior no Brasil . 
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Na educação brasileira, é bem conhecida uma acrobacia no meio da vida dos estudantes: quem começou em escola particular vai para a faculdade pública e quem cresceu em escola pública vai para a faculdade privada. A razão para essas duas trajetórias é bem conhecida. Com uma educação básica deficitária, os estudantes da rede pública dificilmente conseguem passar pelo funil apertado do vestibular de universidades estatais. 
VIDEO
Essa dinâmica perpetua uma distorção histórica na trajetória do ensino superior no país: em geral, quem tem maior acesso à oferta gratuita é quem pode pagar. Quem precisaria do subsídio integral do Estado não chega lá e tem de pagar a mensalidade de uma instituição privada. A diferença no nível de qualidade entre as universidades públicas e privadas faz com que a maioria dos alunos das famílias mais pobres ingresse num círculo vicioso – eles são sempre relegados ao ensino de pior qualidade e começam a vida adulta com mais dívidas e pior preparo.

Uma discussão que se arrasta na política pública de ensino superior no Brasil trata da criação de um mecanismo de cobrança dos alunos de famílias mais ricas das universidades públicas. A gratuidade seria mantida para os mais pobres. Dois pressupostos principais embasam a cobrança. O primeiro é que o aluno que termina o ensino superior tende a obter ganho pessoal, na forma de maior renda, por ter concluído essa etapa dos estudos. Dado o tamanho do benefício, seria justo ele arcar com parte do custo de sua formação. A segunda razão é a possibilidade de ampliação de vagas para os mais vulneráveis. A universidade pública enfrenta problemas financeiros crônicos, principalmente por causa da folha de pagamentos de professores e servidores. “Novas fontes de receita seriam bem-vindas, principalmente num cenário de crise como o atual”, diz o economista Paulo Meyer Nascimento, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Tirar a gratuidade da universidade pública, no entanto, pode acarretar riscos. Um deles é econômico. A cobrança dos alunos deixaria de ser uma fonte de receita extra se o governo simplesmente usasse esses pagamentos para cobrir gastos já existentes e diminuísse seus investimentos. “Num cenário de briga por recursos, esse é um risco real”, diz Fábio Waltenberg, economista da Universidade Federal Fluminense. 

Do ponto de vista pedagógico, discute-se se a relação mercantil da universidade com o aluno não traria prejuízos pedagógicos para o estudante e para a qualidade da pesquisa.

FONTE REVISTA ÉPOCA
Opinião -Magno Moreira

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Institutas da Religião Cristã

Uma obra clássica . li esse livro em 2015 e pretendo reler em breve  

O nome Institutas é uma tradução do título original em latim da obra, Institutio christianae religionis. Institutas quer dizer instrução, ensino. Um nome mais simples para a obra poderia ser Ensino Sobre o Cristianismo, aliás, título utilizado em um resumo da obra feito pelo teólogo J. P. Wiles. 

O nome Institutas portanto não é de forma alguma ligado a instituições de qualquer tipo, como o nome por vezes é erroneamente compreendido e divulgado (a não ser que pensemos na instituição do ensino, mas essa não é a ideia proposta pelo livro). A primeira edição foi publicada em 1536 em latim. A última edição, totalmente revisada, foi dos 1559. As Institutas são a referência primária para o sistema de doutrinas adotado pelas Igrejas Reformadas, influenciando também outras surgidas na Reforma ou em período próximo. As ideias de Calvino são as bases para o conjunto de doutrinas usualmente chamado de Calvinismo.

As Institutas quando do seu lançamento recebeu um título bem sugestivo para o que pretendia a ser: 
Christianae religionis Institutio, totam fere píetatis fummã, & quic quid eft in doctrina falutis cognitu neceffarium, conplectens: amnibus pietatis itudioris lectu digniffimum opus, acre cens editum. 

Institutas da Religião Cristã, resumo quase completo da piedade, abrangendo tudo que, quanto à doutrina da salvação, é necessário conhecer; obra seleta e à altura de todos os estudiosos da vida piedosa, recentemente publicada. Calvino ao escrever as Institutas teve como objetivo criar um manual de instrução cristã, sendo como disse um resumo, dos ensinos doutrinários próprios para a formação de um cristão.

Mother Crocodile

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Os crocodilos ou Crocodylidae são uma família de répteis com quatorze espécies. O termo "crocodilo" também é usado às vezes num sentido mais amplo para se referir à ordem Crocodylia (crocodilianos). Os crocodilos verdadeiros (família Crocodylidae), os gaviais (família Gavialidae) e os caimões, os aligatores e jacarés (família Alligatoridae). 

 Os crocodilos vivem nas Américas, África, Ásia e Austrália. A maioria dos crocodilos vivem nas margens de rios, enquanto os da Austrália e ilhas do Pacífico também frequentam o mar. Os crocodilos não possuem predadores naturais, por se tratar de um animal de topo na cadeia alimentar. O maior réptil hoje na face da terra é o crocodilo-de-água-salgada encontrado no norte da Austrália e ilhas do sudeste da Ásia.

 Os crocodilos, depois das aves, são os parentes mais próximos dos dinossauros atualmente. Tanto dinossauros quanto crocodilos evoluíram dos tecodontes, assim como as aves podem ter evoluído dos dinossauros. Isso faz com que os crocodilos sejam mais aparentados com as aves do que com todos os outros répteis atuais. Surgiram há 248 milhões de anos aproximadamente, tendo convivido com dinossauros. 


Apesar de não terem a mesma mobilidade que seus antepassados, já foram registados crocodilos que podem correr nas margens de rios a uma velocidade de até 16 km/h. 2 a 3 metros